segunda-feira, 30 de junho de 2008

Pessoa? sim, sempre!

Passei um fim de semana entre família e às voltas com Fernando Pessoa!

Relembrar....

No Comboio Descendente - Fernando Pessoa - José Afonso




in "nova águia"


Se penso mais que um momento
Na vida que eis a passar,
Sou para o meu pensamento
Um cadáver a esperar.


Dentro em breve (poucos anos
É quanto vive quem vive),
Eu, anseios e enganos,
Eu, quanto tive ou não tive,


Deixarei de ser visível
Na terra onde dá o Sol,
E, ou desfeito e insensível,
Ou ébrio de outro arrebol,


Terei perdido, suponho,
O contacto quente e humano
Com a terra, com o sonho,
Com mês a mês e ano a ano.


Por mais que o Sol doire a face
Dos dias, o espaço mudo
Lambra-nos que isso é disfarce
E que é a noite que é tudo.


Fernando Pessoa



Liberdade, de Pessoa, por João Villaret

Se não se pode ir à praia...Anda-se a cavalo!

Clica na imagem e joga



Aqui tens o tabuleiro onde jogarás o jogo dos cavalos.


Troca os cavalos brancos com os pretos, movendo o cavalo como o do tabuleiro de xadrez, ou seja, em L


Diverte-te!





sábado, 28 de junho de 2008

Ajuda-os a atravessar o rio...

Clica na imagem para jogares
As regras são as seguintes:
1 - Somente o pai, a mãe e o polícia sabem pilotar o barco;
2 - A mãe não pode ficar sozinha com os filhos;
3 - O pai não pode ficar sozinho com as filhas;
4 - O prisioneiro não pode ficar sozinho com nenhum membro família;
5 - O barco só pode transportar 2 pessoas por vez.
6 - Poderá ir e vir com as pessoas quantas vezes precisar.

Clica nos bonequinhos para colocá-los dentro do barco e depois na alavanca encarnada para atravessar...

Para iniciar clica no círculo...

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Alternativas?


Serão alternativas pedagógicas?

Para que serve a avaliação?

Termina hoje a 1ªfaze de exames de Matemática, quer seja do Básico quer seja do Secundário.
Face à perplexidade sobre o conteúdo e forma das provas nacionais, como instrumentos de avaliação, é de todo o interesse que se questione para que ser a avaliação, qual a sua função?
Leia-se o comentário sobre o tema, elaborado pela Professora Helena Damião, que nos apresenta uma reflexão sobre os instrumentos de avaliação, seus fundamentos e utilidade , bem como algumas das suas funções.
Uma análise contemporânea, que merece ser lida por todos os que, nas décadas de 60 a 80, se formaram pela teoria de Bloom.
Por Maria Helena DamiãoProfessora da FPCE.UC
Em comentário ao texto – Basta de exames fáceis, dizem eles!–, aqui publicado, interroga-se um leitor sobre qual será a finalidade de uma prova de avaliação.Trata-se de uma excelente questão que, parecendo de resposta óbvia, tem desencadeado bastante discussão no campo da pedagogia.Sendo o conceito de avaliação escolar muito amplo, restrinjo-me, neste texto, à avaliação que é feita ao desempenho dos alunos, através de testes, provas, ou exames, para verificar as suas aquisições académicas.Mesmo sem entrar em deambulações históricas, devo referir que a avaliação - o modo de aferir se o que se pretende ensinar está a ser aprendido e em que medida o está - vem de tão longa data que se perde no tempo, mas foi a democratização da escolaridade que contribuiu para a sua formalização e lhe imputou muitas das regras pelas quais ainda hoje se rege.O facto de muitos alunos passarem a acorrer às escolas requereu uma nova estratégia organizativa que assentava, essencialmente, em dois aspectos: (1) a sua distribuição por classes ou grupos homogéneos (a partir de critérios como a idade, o nível de conhecimento, o ritmo de aprendizagem) para rentabilizar o investimento feito no ensino e (2) o controlo regular das suas aquisições que permitia situá-los numa escala classificativa e, assim, decidir a sua passagem ou retenção em cada patamar. Este controlo poderia estender-se, ainda que indirectamente, aos professores, inferindo-se, pelos resultados dos alunos, a qualidade do desempenho docente.Cedo se percebeu que tais resultados podiam indicar quem estava apto a exercer certas tarefas na sociedade, legitimando, assim, o surgimento de certificados.É claro que, paralelamente, a esta dimensão estruturada e solene da avaliação, sempre existiu uma outra, mais espontânea e informal, destinada a acompanhar a evolução de cada aluno.Nos anos vinte do século passado, três investigadores franceses – H. Pieron, Mme. Pieron e H. Laugier – resolveram estudar as provas a que os alunos eram sujeitos e perceberam que, do ponto de vista da confiança, deixavam muito a desejar. Efectivamente, identificaram discrepâncias importantes entre as classificações obtidas pelos alunos e as suas aptidões, nomeadamente as aptidões de ordem intelectual. Além disso, perceberam que se um professor corrigisse várias vezes a mesma prova atribuía pontuações diferentes, o mesmo acontecendo quando eram vários professores a corrigir a mesma prova. Os inúmeros estudos que se seguiram corroboraram estes dados e fizeram sobressair outros não menos inquietantes.Perante tal cenário, surgiram duas atitudes opostas: uma, muito imbuída de ideologias alheias à pedagogia, acentuando a subjectividade, a aleatoriedade e, até, a perversidade das provas de avaliação, sustentava a sua redução ou, mesmo, eliminação; outra, continuando a sublinhar a importância das provas de avaliação na organização do ensino e da aprendizagem e, até, na motivação dos alunos, bem como a indispensabilidade da escola prestar informação acerca sua da valia à comunidade, concentrou-se no seu aperfeiçoamento.De facto, esta última atitude, fez concentrar esforços que se traduziram na invenção de numerosos métodos e técnicas de planificação, realização e correcção de provas, evitando que nelas interferissem os factores parasitas que haviam sido identificados. Ainda assim, não se conseguiu, até ao momento, e possivelmente nunca se conseguirá, que os procedimentos avaliativos sejam absolutamente inquestionáveis, perfeitos. Isto não significa, contudo, que nos demitamos de avaliar, ou que avaliemos de qualquer maneira. Significa, isso sim, que devemos assumir a avaliação com as limitações e potencialidades que sabemos que tem.Permito-me destacar uma das medidas mais interessantes que foram tomadas para aperfeiçoar a avaliação e, consequentemente, as provas de que se socorre: essa medida foi explicitar a sua serventia.Em tal explicitação, muitos autores estão de acordo em lhe atribuir duas funções:- a função pedagógica, que remete para o acompanhamento dos aprendizes, no sentido de apurar os conhecimentos e capacidades que têm à partida e como é que vão evoluindo, apoiando, assim, a regulação do ensino (trata-se da avaliação diagnóstica e formativa, na terminologia do famoso investigador Benjamin Bloom);- a função social, que remete para o apuramento das aquisições que os aprendizes demonstram num determinado momento, como forma de validar decisões institucionais, como a transição no percurso escolar, a atribuição de diplomas, a selecção de candidatos. Além disso, constitui um indicador de qualidade no e do sistema de ensino (trata-se da avaliação sumativa, na terminologia desse investigador).Estas funções podem afigurar-se antagónicas mas devem ser entendidas como complementares, ainda que distintas: a primeira tem como objectivo homogeneizar os alunos, acompanhá-los a par-e-passo para os conduzir às mesmas aquisições; a segunda tem como objectivo diferenciar os alunos, situá-los numa escala pré-convencionada.Muitas vezes assiste-se ao elogio da primeira e à condenação da segunda, quanto a isto é fundamental sublinhar que a sua relevância é equiparada, pois se a primeira informa sobre os processos de aprendizagem, a segunda informa sobre os produtos dela decorrentes.

Que dizer? Impressionante este jogo!

Fantástico!

Joguem, aprendam Física!

Passem uns bons momentos!


crayon.zip">

Aqui ou Aqui

Instructions
You play with crayons and physics. The goal of the game is to move the red ball so that it collects the stars. You can cause the red ball to move by drawing physical objects.

With left mouse button you can draw and with right you can remove objects.

Space - Will reset the level.
Esc - Will open the menu.

Alt + enter - Will toggle fullscreen.

Mudar de vida!

Este ano lectivo trouxe-me momentos muito desagradáveis...

A escola deixou de ser para mim um espaço contínuo de prazer, hoje a escola traz-me vontade de ... oiçam a música!

Muda De Vida - António Variações

Conheci o António Variações em 1980,quando regressei a Portugal, vinda da América do Sul, e trabalhava no Ministério das Finanças, na Rua Ivens!!!

Já nessa época calcorreávamos o Bairro Alto...
Almoçávamos na Rua da Rosa, numa tasquinha, uma alegria,tanta gente! cantores, artistas de teatro, e nós, e uma delas, hoje, é minha cunhada.



e para não ser mais um dia....



vou começar a fazer coisas bem diferentes!

ou seja vou recomeçar...

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Teste de QI

Os exames estão quase a acabar...



Mas o raciocínio deve-se treinar diariamente, quer jogando quer efectuando testes.



Aqui vai um, clica na imagem e acederás ao teste:

Pensa, qual a imagem seguinte?

quarta-feira, 25 de junho de 2008

terça-feira, 24 de junho de 2008

Escrevendo...

Enquanto escrevo...

Imaginam o que estou a escrever?
Actas, análises e e e e e
enfim, para quê?



escuto e partilho!

Kind of Blue

Reuniões

Recados para Orkut
Estou em reuniões de avaliação.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Analisando, escutando, ponderando...

Com a Xina nos pés, vou ouvindo , vou analisando, vou ponderando, sempre, sempre...

Todo o professor o faz!



Até amanhã!



Eratóstenes, o raio da Terra numa noite de Solstício

Há mais de 2000 anos, no solstício de Verão, Eratóstenes, matemático grego, geógrafo e astrónomo, utilizando as sombras projectadas pelo Sol em dois locais do actual Egipto e cálculos geométricos muito simples, foi capaz de determinar o raio da Terra com precisão.



Eratóstenes viveu entre 276 e 194 aC. Era bibliotecário na Grande Biblioteca de Alexandria e foi lá que encontrou, num velho papiro, indicações de que no dia 21 de Junho (solstício de Verão no hemisfério norte), ao meio-dia, o Sol refletia-se nas águas de um poço muito fundo situado na cidade de Syene (que ficava exatamente no limite da zona tropical e no mesmo meridiano de Alexandria) e a 800 km .

Pensou que para que a luz do Sol se pudesse refletir nas águas de um poço muito fundo, este deveria estar bem alinhado com o Sol, isto é, o Sol, o poço e o raio da Terra deveriam estar todos sobre uma mesma recta imaginária, ou por outras palavras, o Sol deveria estar no zénite, exatamente sobre a cabeça do observador.

Mas também lhe foi dito que ao mei-dia do dia 21 de Junho, em Sienna, uma vareta fincada no chão não produzia sombra!

Este facto não era observado em Alexandria e portanto Eratóstenes meditou sobre o facto de a Terra ser ou não ser plana!

Se fosse plana, a vareta não produzia sombra, ao meio dia de 21 de Junho quer em Sienna quer em Alexandria. E isso não acontecia, pelo que a Terra não é plana!- afirmou Erastótenes.


- A Terra deve ser curva!-

conjecturou Eratóstenes.





Efectuou experiências, com materiais e constactou que quanto mais curva fosse a superfície , maior seria a diferença no comprimento das sombras.

E este facto deveria passar-se com a Terra.



fig 4


Erastótenes pressupôs que os raios de luz do Sol chegavam à Terra paralelos ou pelo menos comportavam-se como tal, face à grande distência do Sol da Terra e que as varetas fincadas verticalmente no chão em lugares diferentes lançariam sombras de comprimentos distintos.


Eratóstenes decidiu,então, fazer mais uma experiência.

Ele mediu o comprimento da sombra em Alexandria ao meio-dia de 21 de Junho, quando a vareta em Siena não produzia sombra.

Assim obteve o ângulo A, conforme a fig 4. e fig 5





Eratóstenes mediu A=7° (aproximadamente).

com o Astrolábio

fig 5


Se as varetas estão na vertical, dá para imaginar , pensou Erastótenes, que se fossem longas o bastante iriam encontrar-se no centro da Terra.














fig.6




fig.7

Presta atenção às figuras 4 , 6 e 7

O ângulo B terá o mesmo valor que A, pois no desenho de Eratóstenes observas duas rectas paralelas interceptadas por uma secante produzem ângulos agudos iguais e ângulos btusos iguais.

Ora as rectas paralelas são os raios de luz do Sol e a recta transversal é a que passa pelo centro da Terra e pela vareta em Alexandria.


O ângulo B (também igual a 7°), é a uma fracção conhecida da circunferência da Terra e que corresponde à distância entre Siena e Alexandria!

Eratóstenes sabia que essa distância valia cerca de 800 km e então pensou: 7° é 1/50 da circunferência (360°) e isso corresponde a 800 km, aproximadamente.

Ora 800 x 50= 40 000 , 40 000 km, que corresponde ao comprimento da circunferência da Terra!

O valor actual é próximao de 40.072 km ao longo da linha do equador.

Um erro muito pequeno para uma medida tão simples, e calculada há tanto tempo!

Com o perímetro da circunferência, podes calcular o diâmetro e o raio ou ainda o volume e a área da superfície, através de fórmulas simples que aprendeste nas aulas.


clica na imagem para veres melhor!


Para o ano que vem, os alunos do 9º ano irão usar a Trigonometria na resolução destes mesmos problemas.


Uma Web-Quest que iremos usar para o ano.

domingo, 22 de junho de 2008

Quisiera yo!



Frei Hermano da Câmara

E agora vou para a praia...

cantar... ninguém me ouve!

sábado, 21 de junho de 2008

Declaração de ...

Para ser uma boa noite de férias!

Iolanda - Chico Buarque e Simone -

Chico Buarque & Simone

Acerca-te a mi...

Lembro-me do meu filho Flip



Rodrigo Leão

Habemos de ir.... Noviembre!!!
o
Diciembre, nos quedaremos por ahí!

Sabem porque é preciso aprender? Avaliar?



Miguel Santos Guerra contribui para a reflexão de temas de Educação


Neste artigo, sobre as Avaliações das Aprendizagens dos Alunos, com grande ênfase na Avaliação Formativa, nos seus pressupostos, objectivos e processos.
21 de Jun 2008 - 06:00
Tiempo de evaluación en las escuelas y Universidades. Tiempo crucial. Quizás más crucial que el tiempo de aprendizaje. Porque lo importante, lamentablemente, acaba siendo aprobar y no aprender. Lo que le preguntan las familias a los hijos e hijas cuando llegan con las notas a la casa no es si han aprendido cosas relevantes, si han disfrutado aprendiendo, si han ayudado a otros a aprender, si han sido diligentes y esforzados aprendices, si el conocimiento adquirido les ha hecho mejores personas…. Lo que les preguntan en primer lugar es: “¿Cuántas te han quedado?
La evaluación que se realiza en la escuela sólo debe calificarse de educativa cuando realmente educa a quien la hace y a quien la recibe. Es educativa no sólo por evaluar procesos y resultados relacionados con la educación sino porque educa a sus protagonistas. Phillippe Perrenoud, prolífico y acreditado investigador ginebrino, acaba de publicar un libro (Editorial. Colihue, 2008) que se titula “La evaluación de los alumnos. De la producción de la excelencia a la regulación de los aprendizajes. Entre dos lógicas”. Dice el autor en la Introducción: “Hablar de evaluación formativa ya no es patrimonio de algunos marcianos. Es posible que estemos pasando -muy lentamente- de la medida obsesiva de la excelencia a una evaluación formativa, al servicio de la regulación de los aprendizajes”. Comparto esa visión optimista de la realidad. Hay muchos docentes sensibilizados ante la problemática que suscita una evaluación basada en el control, en la comparación, en la clasificación, en la selección y, como dice Bourdieu, en la “indiferencia a las diferencias”.
Para que podamos avanzar en la dimensión formativa de la evaluación es necesario incrementar su racionalidad y su justicia. Para ello debemos intensificar el diálogo entre los actores de la evaluación (evaluadores, evaluados y familias), la comprensión del binomio enseñanza/aprendizaje y la mejora del mismo. Una forma de evaluar empobrecida, consistente en la repetición mecánica de las respuestas lleva a pensar que existe una respuesta única, que esa respuesta es la que exige el evaluador, que es necesario conocerla, memorizarla y repetirla fielmente y que si no se reproduce o si se discute se está abocado al fracaso.
Como de la evaluación depende el éxito o el fracaso, todo el proceso de enseñanza y aprendizaje se encamina a conseguir el logro deseado y, para ello, es preciso conocer y seguir las reglas impuestas.
El profesor José Crespo me brindó hace ya muchos años, a las puertas del edificio B de Filosofía de la Universidad Complutense, una significativa anécdota acerca de la problemática de la evaluación. Reproduzco el diálogo entre el padre y su hijo de diez años.
- Papá, me han hecho un examen.- ¿Qué tal te ha ido, hijo?- Mal. He suspendido.- ¿Qué preguntas te hicieron?- Eran muchas y cortitas.- ¿Me puedes decir alguna de esas preguntas?- Una era: ¿Cómo viven las vacas?- ¿Tú qué contestaste a esa pregunta?- Yo contesté: ¡Bien!- ¿Cómo te calificaron esa pregunta?- Esa mal.- Y ¿cuál era la respuesta correcta?- La que pone el libro:- ¿Sabes ya lo que dice el libro?- Sí, papá, ya lo he visto. El libro dice que las vacas pueden vivir en ganadería extensiva e intensiva. La respuesta correcta era “en ganadería extensiva o intensiva”.
Es decir que, ante la pregunta, el niño puede recurrir a su cabeza (pensando) o al libro (repitiendo). Si dice que las vacas viven maravillosamente en comparación a como él vive (mugen, y no les mandan callar, se mueven y no les exigen inmovilidad, viven al aire libre y no encerradas, no van a la escuela, no hacen exámenes, se mezclan con los toros libremente en el campo…) se le califica mal. Si repite lo que dice el libro, sin entenderlo ni él ni el profesor, será bien calificado.
El problema reside en que, a través de la evaluación se pueden potenciar loas tareas menos rìcas intelectualmente. En un aula se realizan tareas de diverso tipo: memorízar, aprender algoritmos, comprender, analizar, opinar, crear… Aunque todas son necesarias, nadie discutirá que esa relación va aumentando de riqueza y complejidad. Sin embargo, es posible que si analizásemos los contenidos de la evaluación, comprobásemos que existe una inversión en la presencia de las tareas.
Para que la evaluación sea formativa tiene que encaminarse a la comprensión y al desarrollo, no a la atrofia de la creatividad y del pensamiento. Eso significa también que el alumno tiene que saber por qué lo ha hecho bien o mal. Tiene que tener una explicación de los fallos que ha cometido, y una constancia de los aciertos. De esa forma podrá aprender.
El diálogo con las familias también es importante. Porque. ante la obsesión por la eficacia, es necesario que sepan qué es lo que sucede con el proceso de aprendizaje de sus hijos, qué dificultades tienen, de qué limitaciones adolecen, qué tipo de ayudas necesitan y qué grado de esfuerzo realizan. La actitud de las familias es muy importante ante las calificaciones. Es probable que, en caso de que hayan obtenido buenos resultados, ni siquiera les preocupe si han hecho trampas para conseguirlos. Un mamá me cuenta que sorprendió a su hija con la parte interior de la mano izquierda completamente llena de anotación escritas con bolígrafo.
- ¿Qué es eso que tienes escrito en la mano?La niña mira su mano sorprendida y con un gesto de extrañeza trata de explicar lo sucedido:- Ay, no sé. Habré apoyado la mano sobre un libro sin darme cuenta.
En un cultura meritocrática las trampas no importan. Ni siquiera el aprendizaje importa. Lo que único que se valora es el resultado. Pero ya hay muchos padres y madres, ya hay muchos profesores y profesoras que están convencidos teórica y prácticamente de que las cosas no deben ser así. Y están dando pasos en la dirección adecuada. Hay que intensificar el ritmo de la marcha y hay que conseguir que más personas se rindan a la lógica y a la ética.


Já perceberam porque exijo?

Vira costas a ....

Senhora do Almortao - José Afonso
Zeca Afonso


Lula PenaSenhora do Almortão (live)
Lula Pena

Quanto mais eu quero...

Sábado musical e rítmico.



Lula Pena


Deixa as rosas como estão....


Na noite mais longa do ano, uma noite quente, boa, uma noite de Verão, escuta:






LUA...LUA

Música, poema e voz de

VITORINO

Cd "Flor de la mar"







Lua...Lua - Vitorino







Lua, lua em mês de agosto

estou à espera do sinal

da janela do teu rosto

e sem nunca mais chegar



Lua cheia de luzeiro

não me invejam as luzes

do teu espelhar

Lua, lua caminheira

só me invejam caminhos

que lá vão dar



Cheiro da erva cidreira

faz-me girar o sentido

para a janela donde espero

um sinal já prometido



Noite, noite de verão

pára do teu acenar

deixa as rosas como estão

não as venhas inquietar

A todos!


<




Aos,

meus alunos,
meus amigos,
meus visitantes,

para quem e com quem trabalhei,
com quem discuti e me animou,

a quem agradeço as visitas


A cada um

Recados para Orkut




sexta-feira, 20 de junho de 2008

Experimentar Matemática", no Museu de Ciência

http:// www:vladstudio.com
“Experimentar a Matemática” é uma exposição interactiva, para ver e mexer, que é agora trazida ao Museu de Ciência da Universidade de Lisboa, onde estará patente a partir do dia 4 de Junho (às 17h00) e até dia 22 de Junho.

Museu de Ciência, da Universidade de Lisboa fica na Rua da Escola Politécnica, entre o Largo do Rato e o Largo do Princípe Real.

Horário Museu de Ciência: das 10h00 às 17h00, de terça a sexta-feira das 11h00 às 18h00 aos sábados e domingos.
Encerra às segundas e feriados

É uma exposição internacional de que existem três cópias que estão a circular por inúmeros países (incluindo por exemplo Moçambique, Vietname, Chile, Polónia e Líbano), concebida e realizada pelo Centre Sciences (Orléans, França) e pela Universidade de Tokai (Japão) com apoio da UNESCO, da União Matemática Internacional, do ICMI e da EMS.

É uma exposição composta de simulações, manipulações de objectos e demonstrações comentadas.

Os temas abordados são variados e permitem-te compreender a Matemática da vida quotidiana e a Matemática da Natureza, bem como dar resposta à taõ famosa pergunta:

Para que serve a Matemática?

Em Portugal é organizada pela Comissão Nacional de Matemática com o apoio da Agência Ciência Viva, da Embaixada de França, da SPM e da APM.

Não percas, vai lá este Sábado ou Domingo.

Boas férias...

Depois de :




e se levaste o ano a trabalhar põe a calculadora a trabalhar!!!





tem



Clique_e_anime_seu_texto.


...


Aguardem, por favor!

Um dos alunos da turma E, enviou-me um mail dizendo que os vídeos do Overstream não estão a funcionar no blog!

Ai que azar! Eles estão traduzidos para português, por forma a todos os alunos compreenderem o que o professor explica!

Desculpem-me este facto.

Logo, quando vier de vigiar os exames, vou postar os mesmos vídeos em versão inglesa.

Lá terão todos que puxar pelos conhecimentos de inglês. Faz muito, muito bem, podem crer!

A propósito, o exame de Matemática do 9º ano ...

Enfim, não faço comentários!

Tenham uma boa e divertida tarde, que eu vou-me já embora para as vigilâncias...
Sossego - Rodrigo Leao

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Vestir uma folha A4 ! Como?

Como podes vestir uma folha A4, já pensaste?

Ou seja com um pequeno cartão de 15cm X 21 cm, poderás vesti-lo, como se fosse uma T-Shirt?

Espreita :
Aqui traduzido em português:




A Topologia, a ciência das coisas e das formas explica !



E se agora te pedisse para utilizares o mesmo cartão e lhe fizesses um buraco de forma a que a Terra o conseguisse atravessar?

Sim, sim, o planeta Terra, que tem como diâmetro equatorial qualquer coisa como 12 556 km!


Bom, na prática se calhar não é muito viável, mas é possível!


Como proceder?


1º teriamos que pensar a largura dos cortes, qualquer coisa como mudar de unidade, ou seja de milimetros para nanómetro !


Tenta lá calcular o número de nanómetros que indicam a distância a que estarão os cortes consecutivos do cartão com a nanotesoura .


Nota:Um nanometro vale 1,0×10−9 metros – ou um milionésimo de milímetro. Tem como símbolo nm

E porque andamos numa de Topologia e de Grafos...

No dia 5 de Junho brincaram com cordas, num jogo do desata...


Consegues distinguir certamente a chávena de café do donut que comes?









Claro, que pergunta!


Pois digo-te que uma anedota famosa afirma que um topólogo não o consegue fazer!


Eles afirmam não poderem distinguir uma cávena de um donut, porque ambos têm um buraco, ou seja, em linguagem matemática, ambos são topologicamente equivalentes!

Ou seja, por ambos terem um buraco, a chávena pode ser transformada num donut e este numa chávena sem ser preciso cortar ou colar nenhum pedaço!!!
Loucura, dirás!

Não, não são apenas deformações homotópicas!


aqui a chávena a transformar-se no donut

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Verdi!

Há tempos já aqui foi divulgado...

Ver, ouvir, Verdi!



enquanto trabalho nas avaliações, nos relatórios...

A luz entra nos olhos! Como?

Falámos de luz e ainda não percebemos como é que a luz entra nos olhos !







terça-feira, 17 de junho de 2008

Brincar com a Física

Aqui tens um applet que te permite manipular o objecto e o elemento óptico (espelho, lente, dieléctrico, fonte e abertura) e verificar o que sucede à imagem

e

outro applet sobre o olho enquanto dispositivo óptico

(fazem ambas parte do projecto Physlets do Departamento de Física do Davidson College).


E sabes porque se vê escura a areia molhada ?


aqui tens o vídeo traduzido em português:



Posted by: carlos portela in Overstream

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Luz, lentes e óculos


Se a professora chegar à aula sem óculos, vejam como a podem ajudar!


E sabes o que são os óculos de abelha? e as suas funcionalidades?




aqui os Pin Hole


Como se forma a imagem numa lente!

domingo, 15 de junho de 2008

Leis da reflexão da luz

Breve explicação da reflexão da luz (especular e difusa), das leis da reflexão e da imagem virtual produzida por um espelho plano:





Vídeo realizado por Andreia Fonseca, Gonçalo Heleno, Gonçalo Silva e Liliana Rodrigues, alunos da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, no âmbito do trabalho final da disciplina de Tecnologia Educativa 2007.



Para saber mais sobre a reflexão da luz - Aqui

e



Luz e espelhos planos





Luz e espelhos esféricos

sábado, 14 de junho de 2008

As cores da Terra!


E porque continuamos com as cores, as cores no céu, no post anterior, agora as cores na terra,


aqui

Todas elas falam de ângulos, de ângulos de reflexão, de ângulos de refracção!


Será que a cor da água é azul?
E a designação colorida do nosso planeta se deve não à cor intrínseca da água mas a um qualquer fenómeno físico como reflexão ou a dispersão que torna azul o céu.

São questões que se nos colocam, como um aluno colocou à Profª Palmira F.da Silva.

aqui como a professora respondeu! in de Rerum Natura

Como se forma o arco iris






Neste último mês os alunos do 8º ano estiveram a estudar as leis da fefleão e da refracção da luz.

Nas últimas aulas de OE, a profªCarla e eu estivémos a tirar dúvidas sobre este assunto, aos alunos da turma A.

Lembrei-me de procurar filmes e sites sobre este assunto para fazer aqui uns posts e poder assim contibuir para que os alunos, os que queiram, possam ir um pouco mais longe neste assunto da Física, e que requer a Matemática para o seu estudo!

Têm aqui um applet para poderem estudar a problemática da da refracção no prisma

Passem uns bons tempos!

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Mar Portuguez!

"São Gente da Minha Terra!"
Liberdade


João Villaret, diz Pessoa

Mariza, canta Pessoa

João Braga, canta Mar Portuguez, in Mensagem



Lucia Moniz, canta Mar Portuguez

Poeta fingidor...

Fernando Pessoa, nasceu a 13 de Junho de 1888!

"I know not what tomorrow will bring... "

a última frase de Pessoa, escrita em inglês!

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Concerto para o Ambiente

O Nosso Condomínio
precisa
de Educação Ambiental



quarta-feira, 11 de junho de 2008

A recta e o ponto...

E porque estamos a precisar de rectas e pontos...




O Ponto e a Linha é um filme de animação dirigido por Chuck Jones (1965) e baseado no livro Dot and the Line de Norton Juster.
O título deste livro é uma referência ao livro Flatland: Um Romance de Muitas Dimensões de Edwin Abbott Abbott

e o filme , aqui em baixo!



Dr. Quantum na Planolândia).

Lembram-se de rodar o pé?

Foi há uns dias atrás, Pé na mão? Mão no pé? o que é então?lembram-se? aqui
Experimentaram?
Que vos aconteceu?
O pé girou ao contrário, de imediato!
Deram conta?

Então espreitem aqui a justificação.




E agora F, já percebeste que o teu pé também girou ao contrário?

terça-feira, 10 de junho de 2008

Travessias ...


Problema dos canibais e dos missionários

Três canibais e três missionários estão viajando juntos e chegam à margem de um rio.
Eles desejam atravessar para a outra margem para e continuar a viagem.
O único meio de transporte disponível é um barco que comporta no máximo duas pessoas.
Há uma outra dificuldade: em nenhum momento o número de canibais pode ser superior ao número de missionários pois desta forma os missionários estariam em grande perigo de vida. Como administrar a travessia?



clica aqui para jogares on line

Este problema já foi resolvido o ano passado e os alunos do 7º levaram-no para a Feira da Matemática na Escola Politécnica em Lisboa!


Também alguns dos alunos contruiram as peças e levaram-nas para a Biblioteca e para a sala de professores, criando assim uns dias bem animados na escola!


Neste dias que faltam para as férias, nas aulas de EA, os alunos estão a resolver um problema deste tipo, só para descontrair das operações com polinómio e casos notáveis, etc, etc.


Esperem então pelos próximos...


Eles conduzir-nos-ão a questões matemáticas ( superiores) bem engraçadas!

E só para dar uma pista procurem quem foi Euler! e aqui

segunda-feira, 9 de junho de 2008

E porque alguém pediu...

Lembram-se do problema das árvores?




Temos 7 árvores para plantar.
Elas precisam de ser dispostas em 6 filas com 3 árvores cada uma.

Como consegues fazer isso?





Dica: Se tivermos que dispôr 5 árvores em duas filas com 3 árvores em cada fila, podemos fazê-lo desta maneira:

Uma árvore pode fazer parte de mais do que uma fila.

Vamos lá a ver se consegues! Pensa nos vários polígonos e os segmentos de recta que neles se podem definir ( e que importantes são! )

Podem dar a resposta nos comentários ou então enviar para o Moodle ou email .



Escutando e corrigindo...


Muitos trabalhos a corrigir!
Muitas notas a tomar!
No sossego da música o trabalho vai seguindo...

Rodrigo Leao

Sem levantar o lápis do papel!



Hoje , quase no final da aula de EA, muito se desenhou...


Colocando o lápis numa das bolas encarnadas, e com movimentos contínuos (sem levantar e sem retroceder o lápis) traçar as linhas que formam o desenho da casa, traçando cada linha uma única vez.

É só o início de brincadeiras nos final das aulas...


E este que me colocou o F, do 7ºC, que adorou o Concurso dos Enigmas!


Engraçado o à vontade que se gerou a partir deste dia, já que eu s´´o estou uma vez por semana no 7ºC, dando apoio e colaborando.


Aqui vai...

Problema das três casas e três serviços


Suponha que tenhamos três casas e três serviços, a exemplo de:



É possível conectar cada serviço a cada uma das três casas sem que haja cruzamento de tubulações?

E porque é bom ouvir!

A sair de casa, deixei os testes em cima da secretária!!!

Carp Diem



Carpe Diem é uma frase em Latim de um poema de Homero ( Odisseia e Ilíada ), e é popularmente traduzida como - Apoveite o momento! ou " Colha o dia"!

É também uma expressão que se utiza quando se pretende dizer ao outro que evite gastar tempo com inutilidades, com futilidades.



Elton John - Funeral for a Friend/Love Lies Bleeding
Elton John-Goodbye yellow brick road

domingo, 8 de junho de 2008

Escutando...

Depois de umas horas a corrigir, corrigir trabalhos de uma das turmas e não acabei!!!

Só para descontrair...

GAL_COSTA /* imeem *\

Mudar o Mundo?! Como? Já pensaste?

O Nosso Condomínio pede que medite...
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Imagens soltas

Imagens soltas para sensibilização


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INACREDITÁVEL!

Parece um truque, mas não é!

O Scribd não deixou postar, aqui no YouTube já se pode ver esta maravilha na arte da pitura!



É saber pintar e saber as leis da Geometria!

Coisas belas na Terra!

Continuando com a intervenção do Homem na Terra...

Intervenções positivas!

Nada nos faz prescindir do livro como fonte do conhecimento!

O livro, um bom amigo, tem de ser guardado numa estante, comodamente instalado par que o possamos voltar a manusear e ler.~

Vejam as Lindas Bibliotecas do Mundo, que guardam relíquias, Livros!

Read this document on Scribd: Bibliotecas




E como procuramos nas Bibliotecas Virtuais, aqui se deixam alguns links:


Bibliotecas virtuaisAlexandria Virtual - acervo variado, de literatura a humor: www.alexandriavirtual.com.br Bartleby.com - importantes textos, como os 70 volumes da "Harvard Classics" e a obra completa de Shakespeare: www.bartleby.com

Bibliomania - 2.000 textos clássicos e guias de estudo em inglês: www.bibliomania.com

Biblioteca dei Classici Italiani - literatura italiana, dos "duecento" aos "novecento": www.fausernet.novara.it/fauser/biblio

Biblioteca Electrónica Cristiana - teologia e humanidades vistas por religiosos: www.multimedios.org

Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro - especializada em literatura em língua portuguesa: www.bibvirt.futuro.usp.br

Biblioteca Virtual - Literatura - pretende reunir grandes obras literárias: www.biblio.com.br

Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes - cultura hispano-americana: www.cervantesvirtual.com

Biblioteca Virtual Universal - textos infanto-juvenis, literários e técnicos: www.biblioteca.org.ar


Cultvox - serviço que oferece alguns e-livros gratuitamente e vende outros: www.cultvox.com.br Dearreader.com

- clube virtual que envia por e-mail trechos de livros: www.dearreader.com

eBooksbrasil - livros eletrônicos gratuitos em diversos formatos: www.ebooksbrasil.com

iGLer - acesso rápido a duas centenas de obras literárias em português: www.ig.com.br/paginas/novoigler/download.html

International Children's Digital Library - pretende oferecer e-livros infantis em cem línguas: www.icdlbooks.org

IntraText - textos completos em diversas línguas, entre elas o latim: www.intratext.com

Jornal da Poesia - importante acervo de poesia em língua portuguesa, com textos de mais de 3.000 autores:

sábado, 7 de junho de 2008

Continuando com música e com a beleza da Terra!


Órgão do Mar - na cidade de Zadar, Croácia






Situado na costa de Zadar , uma cidade da Croácia,

encontramos o Órgão do Mar. Degraus cravados nas rochas

que têm no seu interior um interessante sistema de tubulações que,

quando empurradas pelos movimentos do mar, forçam o ar e,

dependendo do tamanho e velocidade da onda, criam notas musicais,

sons aleatórios.

Criado em 2005 e ganhador do prémio europeu para espaços públicos

(European Prize for Urban Public Space), o Órgão do Mar

recebe turistas de várias partes do mundo que

vêm escutar uma música original que traz muita paz.

O lugar também é conhecido por oferecer um belo pôr-do-sol,

o que agrada ainda mais as pessoas que visitam a localidade.

Zadar é uma bela cidade litoral da Croácia

e foi duramente castigada durante a 2º Guerra Mundial.

A criação do Órgão é também uma iniciativa para devolver

um pouco do que o lugar perdeu com tanta destruição e sofrimento.


Veja a estrutura interna das 'escadas'.


O detalhamento das cordas e notas musicais

que somadas a energia das ondas criam sons:

Continuando...Está calor! Dia agradável...

Chet Baker in MatCid!

Flores japonesas
porque estamos na Primavera!



I Fall In Love Too Easily - Chet Baker



sexta-feira, 6 de junho de 2008

E porque está calor!

E porque já está calor e continua a não chover temos que poupar água!












Proclamada em Estrasburgo pelo Conselho da Europa em Maio de 1968






Sabes que a Europa luta com falta de água e que a cidade de Barcelona está a ser abastecida de navios cisternas ?


Só algumas curiosidades sobre os gastos de água e a necessidade de a poupar!



Água - Algumas curiosidades

Uma pessoa bebe em média cerca de 2600 litros de água em três anos.
Uma vez que no mundo existe apenas 0,06% de água potável e que em cada duche de 5 minutos diários numa família de quatro pessoas são gastos precisamente os mesmos litros, porque não reduzir o tempo que a tua família passa a tomar duche?
Sem nos apercebermos, produzir 1 quilograma de carne exige 100 vezes mais água doce que, por exemplo, 1 quilograma de trigo.
A contribuição de cada um de nós (pelo menos 1000 pessoas) poderá ser a de, pelo menos uma vez por mês, substituirmos uma refeição de carne por um prato vegetariano, poupando assim mais de 100 000 m3 de água doce.
Curiosamente, este número é o equivalente à quantidade de água que 5500 pessoas necessitam para tomar duche todos os dias, durante um ano.
Sempre que se utiliza a casa de banho, nomeadamente em cada descarga de autoclismo, a água potável que é usada desaparece em direcção ao esgoto em quantidades mais elevadas que o necessário: cerca de 10 a 15 litros.
Para evitar este desperdício pode-se colocar uma garrafa cheia de água ou de areia no depósito do autoclismo e a água poupada chegará aos 800 litros por mês.
O aquário central do Oceanário de Lisboa poderia ser enchido na totalidade caso 1000 pessoas adoptassem esta medida durante 9 meses


e sabes como fazer água?




E agora uma música ja colocada à tempos, mas que faz bem revisitá-la!







Saber preservar a nossa Terra!

E agora mais uns poucos apontamentos...

Jogos para aprender!

Sabes reciclar? Aqui
Olha joga este com perícia!
Sabes o que fazer com o papel de jornal ?
Não o deites fora! Talvez para o ano possas frequentar os ateliers da escola!

Espreita aqui
e vê esta boneca



e esta caixa e estes potes

e imagina o que mais podes fazer!
Com:

Uma Receita :

Massa de Papel Maché-

Vais precisar de: - meio balde de jornal picado- 01 colher (sopa) de água sanitária ou cloro - 03 colheres (sopa) de farinha de trigo (ou mais)- 03 colheres (sopa) de cola branca- 01 balde, 01 bacia e 01 peneira- 01 liqüidificador

Modo de fazer: 1- Pica o jornal bem miudinho e coloque num balde com água.2- Junta a água sanitária e deixe de molho por 24 horas, para amolecer.3- Enche um liqüidificador com 3 partes de água e uma parte do papel amolecido. Bate por 10 segundos e desligue.

Espera 1 minuto e bata novamente por mais 10 segundos. 4- Despeja tudo numa peneira e esprema até sair todo o excesso de água.5- Esfarela a papa e espalhe numa bacia.6- Repete os itens anteriores até obter a necessária quantidade de papa de papel.7- Junta a farinha de trigo aos poucos. 8- Junta a cola e mexa com as mãos até ficar uma massa homogênea9- Modela o que quiser e deixe secar na sombra, em cima de um plástico.10- Depois que o objecto secar pinta com guache ou tinta para papel e enverniza.